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	<title>Marielle Brito Advocacia e Consultoria Jurídica - Brasília, DF &#187; advogado civel brasilia</title>
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	<description>Escritório de advocacia especializado em ações cíveis, trabalhistas, homologação de sentença estrangeira, legalização de documentos e advocacia de apoio em Brasília, DF</description>
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		<title>Jornal Correio Braziliense/ Lugar Certo &#8211; Matéria sobre orientações para evitar problemas com imóvel na hora do Divórcio</title>
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		<pubDate>Sat, 11 Sep 2010 20:30:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marielle Brito</dc:creator>
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		<description><![CDATA[ Entrevista da advogada Marielle Brito para o jornal Correio Web Braziliense, caderno Lugar certo, veiculado em 03/09/2010,  sobre orientações para evitar problemas com imóvel na hora do divórcio.
Especialistas orientam como evitar problemas com imóvel na hora do divórcio




getty images






03/09/2010 &#8211; A mudança no comportamento das pessoas e a desburocratização do procedimento de separação são [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://mariellebrito.com/blog/archives/657/12835151215252459049-2" rel="attachment wp-att-677"><img src="http://mariellebrito.com/blog/wp-content/uploads/2010/09/12835151215252459049.jpg" alt="Problemas com imóvel na hora do Divórcio" title="Problemas com imóvel na hora do Divórcio" width="200" height="149" class="alignleft size-full wp-image-677" /></a> Entrevista da advogada Marielle Brito para o jornal Correio Web Braziliense, caderno Lugar certo, veiculado em 03/09/2010,  sobre orientações para evitar problemas com imóvel na hora do divórcio.</p>
<p><strong>Especialistas orientam como evitar problemas com imóvel na hora do divórcio</strong></p>
<p><span id="more-657"></span></p>
<table style="width: 1px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" align="center">
<tbody>
<tr>
<td id="credito" style="font-size: 11px; vertical-align: top;" align="right">getty images</td>
</tr>
<tr>
<td style="font-size: 11px; vertical-align: top;"><img style="border: 0px initial initial;" src="http://imgs.lugarcerto.com/imoveis_correiobraziliense/noticias/12835151215252459049.GIF" border="0" alt="" /></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><strong>03/09/2010 &#8211; </strong>A mudança no comportamento das pessoas e a desburocratização do procedimento de separação são alguns aspectos que explicam a maior naturalidade de casais na hora de pedir o divórcio. Segundo especialistas, devido às mudanças na Legislação, hoje o casamento nada mais é do que um contrato fácil de ser desfeito. Apesar disso, aborrecimentos e preocupações, muitas vezes, são inevitáveis.</p>
<p>Uma das principais questões discutidas por casais que estão se separando é quem vai ficar com o imóvel. De acordo com a advogada especializada em Direito de Família, Marielle Brito, o apego ao patrimônio por parte de um cônjuge dificulta a divisão dos bens, prejudica e atrasa, ainda mais, o processo judicial. Segundo a advogada, para evitar esse tipo de problema é preciso conhecer bem o regime escolhido e sempre buscar orientação de um profissional, para não deixar que outras pessoas se envolvam nas brigas.</p>
<p>Marielle explica que a partilha dos bens depende do regime adotado na ocasião do casamento. O casal terá que decidir qual cônjuge ficará com o imóvel e quem, consequentemente, assumirá a dívida. “As prestações que já foram pagas durante a união serão partilhadas em 50%, caso sejam casados em regime de comunhão parcial ou comunhão total de bens”, comenta a advogada.</p>
<p>Já no caso do imóvel ser alugado, o cônjuge que permanecer na casa ficará como locador responsável. “Se o contrato foi feito em nome de ambos, a pessoa que saiu do imóvel terá seu nome excluído do contrato. Geralmente, se o contrato estiver no nome de apenas um deles, o que locou será quem ficará na casa”, diz a especialista.</p>
<p>Na avaliação da advogada, a nova Lei do Inquilinato, além de beneficiar mais o proprietário trouxe também mais segurança para o fiador que, ao sentir necessidade, poderá rescindir o contrato com o ex-casal de inquilinos. “Ele terá mais liberdade para se desvincular do negócio, caso sinta ameaçado pela nova condição dos moradores”, diz.</p>
<p>Além de receber assessoria de um bom advogado, outra dica é procurar a imobiliária com quem o casal comprou ou alugou o imóvel. Segundo o gerente de vendas da imobiliária <em>Acontece</em>, Francisco Gomes, o principal papel da empresa é prestar consultoria ao casal, orientando como proceder nas relações cartoriais. Ou seja, os cônjuges terão que informar ao Cartório de Registro de Imóvel sobre a alteração no regime do patrimônio. “Devemos atualizar os atos de registro e averbações”, informa.</p>
<p>Segundo Francisco, muitos clientes, quando se separam, procuram a imobiliária para pedir a avaliação dos imóveis adquiridos por eles antes e durante o casamento. “Já aconteceu de uma cliente nos procurar pedindo a verificação de cinco imóveis – comprados por ela durante o casamento – que foram avaliados em dois milhões de reais. Por causa do regime de comunhão total de bens ela teve que dividir os imóveis com o ex-marido”, conta o gerente.</p>
<p>Outra função da imobiliária é auxiliar os clientes sobre as novas tributações que deverão ser pagas pelos proprietários, quando há transmissão de patrimônio de um cônjuge para o outro. “A imobiliária assessora sobre a obrigatoriedade do pagamento de impostos referentes à transmissão do bem”, diz o profissional.</p>
<p>Quando a questão envolve a venda do imóvel, Francisco explica que a imobiliária também participa e orienta os ex-cônjuges, pois nesse caso haverá a participação de pessoas interessadas na compra. “Precisamos passar segurança para o comprador e garantir que será feita a venda do imóvel”.</p>
<p>Apesar das divergências entre casais, o importante é se informar bastante antes do casamento e ter consciência dos ônus e bônus de um patrimônio. “Planejar bem a aquisição de bens imóveis e móveis depois do casamento é importantíssimo, pois caso ocorra uma separação, as pessoas precisam ter responsabilidade e saber arcar com as consequências, para que fique fácil efetuar a partilha”, aconselha a advogada Marielle.</p>
<p><strong>Confira a matéria na íntegra, diretamente no website do Correioweb, clicando no link abaixo:</strong></p>
<p><strong><br />
</strong></p>
<p><a href="http://noticias.lugarcerto.com.br/imoveis_correiobraziliense/template_interna_noticias,id_noticias=40665&amp;id_sessoes=198/template_interna_noticias.shtml" target="_blank">http://noticias.lugarcerto.com.br/imoveis_correiobraziliense/template_interna_noticias,id_noticias=40665&amp;id_sessoes=198/template_interna_noticias.shtml</a></p>
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		<title>Jornal O GLOBO &#8211; Reportagem sobre alterações na Lei do Inquilinato</title>
		<link>http://mariellebrito.com/blog/archives/562</link>
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		<pubDate>Tue, 26 Jan 2010 14:40:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marielle Brito</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Entrevista da advogada Marielle Brito para o jornal O GLOBO, veiculado em 26/01/2010,  sobre as mudanças ocorridas na Lei do Iquilinato, como a celeridade nas ações de despejo,

a possibilidade do fiador se exonerar da fiança em alguns casos e a mudança na purgação da mora, já que com a nova lei o inquilino poderá purgar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a rel="attachment wp-att-568" href="http://mariellebrito.com/blog/archives/562/oglobo"><img class="alignleft size-full wp-image-568" title="Jornal O Globo" src="http://mariellebrito.com/blog/wp-content/uploads/2010/01/oGlobo2.jpg" alt="Jornal O Globo" width="200" height="149" /></a>Entrevista da advogada Marielle Brito para o jornal <a href="http://oglobo.globo.com/economia/morarbem/mat/2010/01/26/com-novas-regras-do-aluguel-em-vigor-despejos-serao-mais-ageis-915707894.asp" target="_blank">O GLOBO</a>, veiculado em 26/01/2010,  sobre as mudanças ocorridas na Lei do Iquilinato, como a celeridade nas ações de despejo,</p>
<p><span id="more-562"></span></p>
<p>a possibilidade do fiador se exonerar da fiança em alguns casos e a mudança na purgação da mora, já que com a nova lei o inquilino poderá purgar a mora apenas uma vez a cada 24 meses.<br />
A purgação da mora é quando o inquilino efetua o pagamento integral da dívida e acessórios em juízo, no prazo de 15 dias após a citação do processo de despejo.</p>
<p><strong><a href="http://oglobo.globo.com/economia/morarbem/mat/2010/01/26/com-novas-regras-do-aluguel-em-vigor-despejos-serao-mais-ageis-915707894.asp" target="_blank">VEJA A REPORTAGEM NA ÍNTEGRA CLICANDO AQUI</a></strong></p>
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		<title>Deveres de natureza ético profissional do Advogado</title>
		<link>http://mariellebrito.com/blog/archives/444</link>
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		<pubDate>Wed, 09 Dec 2009 22:43:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marielle Brito</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Fundamentais para a compreensão do conteúdo do presente  estudo, as obrigações ético-profissionais do advogado consistem em valores que  devem ser exercidos disciplinarmente por aqueles a que se impõem, constituindo,  deste modo, matéria ampla no que tange ao exercício da função constitucional de  representante dos interesses de seu cliente e indispensável à [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Fundamentais para a compreensão do conteúdo do presente  estudo, as obrigações ético-profissionais do advogado consistem em valores que  devem ser exercidos disciplinarmente por aqueles a que se impõem, constituindo,  deste modo, matéria ampla no que tange ao exercício da função constitucional de  representante dos interesses de seu cliente e indispensável à efetivação dos  direitos a este assegurados pelo ordenamento positivo brasileiro.</p>
<p>Tais deveres encontram-se, em parte, insculpidos no artigo 2º  do Código de Ética da Ordem dos Advogados do Brasil, que assim preleciona:</p>
<p>Art. 2º O advogado, indispensável à administração da      Justiça, é defensor do estado democrático de direito, da cidadania, da      moralidade pública, da Justiça e da paz social, subordinando a atividade do      seu Ministério Privado à elevada função pública que exerce.</p>
<p>Parágrafo único. São deveres do advogado:</p>
<p><span id="more-444"></span></p>
<p>I &#8211; preservar, em sua conduta, a honra, a nobreza e a      dignidade da profissão, zelando pelo seu caráter de essencialidade e      indispensabilidade;</p>
<p>II &#8211; atuar com destemor, independência, honestidade,      decoro, veracidade, lealdade, dignidade e boa-fé;</p>
<p>III &#8211; velar por sua reputação pessoal e profissional;</p>
<p>IV &#8211; empenhar-se, permanentemente, em seu aperfeiçoamento      pessoal e profissional;</p>
<p>V &#8211; contribuir para o aprimoramento das instituições, do      Direito e das leis;</p>
<p>VI &#8211; estimular a conciliação entre os litigantes,      prevenindo, sempre que possível, a instauração de litígios;</p>
<p>VII &#8211; aconselhar o cliente a não ingressar em aventura      judicial;</p>
<p>VIII &#8211; abster-se de:</p>
<p>a) utilizar de influência indevida, em seu benefício ou      do cliente;</p>
<p>b) patrocinar interesses ligados a outras atividades      estranhas à advocacia, em que também atue;</p>
<p>c) vincular o seu nome a empreendimentos de cunho      manifestamente duvidoso;</p>
<p>d) emprestar concurso aos que atentem contra a ética, a      moral, a honestidade e a dignidade da pessoa humana;</p>
<p>e) entender-se diretamente com a parte adversa que tenha      patrono constituído, sem o assentimento deste.</p>
<p>IX &#8211; pugnar pela solução dos problemas da cidadania e      pela efetivação dos seus direitos individuais, coletivos e difusos, no      âmbito da comunidade.</p>
<p>Fonte: Código de Ética e Disciplina da Ordem dos Advogados do Brasil &#8211; OAB</p>
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		<title>Revisional de Contratos Bancários / Não pague juros abusivos</title>
		<link>http://mariellebrito.com/blog/archives/377</link>
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		<pubDate>Fri, 06 Nov 2009 19:00:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marielle Brito</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A ação Revisional de Contrato Bancário tem por objetivo equilibrar a relação contratual entre o consumidor e a Instituição Financeira, afastando as onerosidades impostas por estas instituições através dos Contratos de Adesão, que ofendem  o Código de Defesa do Consumidor.
Os contratos de adesão retiram da parte aderente praticamente toda manifestação da livre autonomia na vontade [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A ação <strong>Revisional de Contrato Bancário</strong> tem por objetivo equilibrar a relação contratual entre o consumidor e a Instituição Financeira, afastando as onerosidades impostas por estas instituições através dos Contratos de Adesão, que ofendem  o Código de Defesa do Consumidor.</p>
<p>Os <strong>contratos de adesão</strong> retiram da parte aderente praticamente toda manifestação da livre autonomia na vontade de contratar, constrangendo à realização de negócio jurídico sem maiores questionamentos, <strong>e na grande maioria das vezes o aderente não tem noção do abuso que esta sofrendo.</strong></p>
<p><strong><br />
</strong></p>
<p><strong><span id="more-377"></span></strong></p>
<p>Felizmente, o Direito reserva grande proteção à parte aderente, cuja expressão de vontade limita-se à concordância quanto as cláusulas previamente estabelecidas.</p>
<p>A legislação pátria disciplina, especificamente no Código de Defesa do Consumidor os contratos de adesão, estabelecendo normas que coíbem praticas como a da “usura” e banem o anatocismo.</p>
<p>O <strong>anatocismo</strong> é a capitalização dos juros de uma quantia emprestada. Em outras palavras,  é  a incidência de juros sobre os juros acrescidos ao saldo devedor em razão de não terem sido pagos.</p>
<p>O artigo 54, CDC, esclarece:</p>
<p><strong> “Art. 54. Contrato de adesão é aquele cujas cláusulas tenham sido aprovadas pela autoridade competente ou estabelecidas unilateralmente pelo fornecedor de produtos ou serviços, sem que o consumidor possa discutir ou modificar substancialmente seu conteúdo. ’’ </strong></p>
<p>Nos contratos de adesão, a supressão da autonomia da vontade é inconteste.</p>
<p>A <strong>Ação de Revisão de Contrato</strong> tem a finalidade de purgar o contrato das suas impurezas jurídicas, colocando as partes contratantes na legítima e necessária igualdade.</p>
<p>Quando o cidadão celebra com a Instituição Bancária um <strong>contrato de financiamento</strong> ou <strong>leasing</strong>, acredita serem corretos os encargos financeiros que lhe serão exigidos.  No entanto, logo percebe-se que foi induzido à erro, tendo em vista tratar-se de juros abusivos os cobrados pelo Banco.</p>
<p>As contraprestações embutem taxas de juros e encargos elevadíssimos, tanto pelos índices quanto pelo cálculo composto.</p>
<p>Diante disso a Instituição Bancária não poderá persistir na cobrança de juros abusivos, e ainda estará obrigada à devolução do que foi pago indevidamente.</p>
<p>A usura em todas as suas modalidades, não apenas é repudiada, como é punida e enquadrada dentre os crimes contra a economia popular -Decreto 22.626/33- Súmula 121 STF.</p>
<p>Por meio da <strong>ação revisional de contrato</strong> busca-se amparo no Poder Judiciário para que sejam coibidas as práticas usurárias e ilegais de exigir-lhe valores cobrados com base em taxa de juros superiores aos permitidos pela legislação brasileira.</p>
<p><strong>Nós buscaremos por meio da Ação Revisional de Contrato  a retirada dos juros abusivos, não reconhecidos legalmente, afastando a hiposuficiência do consumidor, para que este não  fique mais pagando juros excessivos que as Instituições financeiras determinam quando da assinatura do contrato.</strong></p>
<p><strong>Entre em contato conosco e agende sua visita.<br />
</strong></p>
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		</item>
		<item>
		<title>STJ quase triplicou o valor de indenização a ser paga pela GOL à família da vítima</title>
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		<pubDate>Thu, 22 Oct 2009 20:52:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marielle Brito</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A 3ª Turma do Superior Tribunal de Justiça &#8211; STJ aumentou a indenização a ser paga pela Empresa Aérea Gol à família de vítima de acidente aéreo ocorrido em setembro de 2006, de R$ 240.000,00 mil reais para R$ 570.000,00 mil reais.
Segundo a Turma, o valor fixado pelo Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A 3ª Turma do Superior Tribunal de Justiça &#8211; STJ aumentou a indenização a ser paga pela Empresa Aérea Gol à família de vítima de acidente aéreo ocorrido em setembro de 2006, <strong>de R$ 240.000,00 mil reais </strong>para <strong>R$ 570.000,00 mil reais.</strong></p>
<p>Segundo a Turma, o valor fixado pelo Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro -TJRJ,  destoa dos valores fixados pelo STJ, motivo pelo qual houve a majoração da indenização.</p>
<p><span id="more-350"></span></p>
<p>Ao decidir pelo aumento do valor da indenização, a ministra relatora Nancy Andrighi,  levou em consideração diversos precedentes do STJ que indicam que as hipóteses de morte, em especial de filho, vêm sendo compensadas com o valor de até 500 salários mínimos (cerca de R$ 232 mil).</p>
<p>“Com esse apanhado da jurisprudência, é fácil perceber que a solução encontrada pela decisão do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, que fixou em R$ 80 mil a indenização para cada um dos autores, destoa daquilo que vem sendo decidido pelo STJ”, afirmou.</p>
<p>Fonte: STJ</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Decisão importante do STJ sobre planos de saúde</title>
		<link>http://mariellebrito.com/blog/archives/341</link>
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		<pubDate>Wed, 21 Oct 2009 18:24:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marielle Brito</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A 3ª Truma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) determinou que um plano de saúde arque com as despesas de uma cirurgia de redução de estômago em uma paciente que mantinha contrato de seguro desde 1992, anterior ao surgimento dessa técnica de tratamento.

A relatora do recurso, ministra Nancy Andrighi, destacou que &#8220;deve ser proporcionado ao [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A 3ª Truma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) determinou que um plano de saúde arque com as despesas de uma cirurgia de redução de estômago em uma paciente que mantinha contrato de seguro desde 1992, anterior ao surgimento dessa técnica de tratamento.</p>
<p><span id="more-341"></span></p>
<p>A relatora do recurso, ministra Nancy Andrighi, destacou que &#8220;<strong>deve ser proporcionado ao consumidor o tratamento mais moderno e adequado, em substituição ao procedimento obsoleto previsto especificamente no contrato.</strong> &#8221; Ela observou ainda, que havia uma cláusula contratual genérica que previa a cobertura de cirurgias “gastroenterológicas” (relativas ao estômago).</p>
<p>Fonte: STJ</p>
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		<title>Ação de Dano Infecto / Condomínios &#8211; Direito de Vizinhança</title>
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		<pubDate>Sun, 18 Oct 2009 01:27:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marielle Brito</dc:creator>
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		<category><![CDATA[ação de dano infecto]]></category>
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		<description><![CDATA[Geralmente as  pessoas se perguntam o que fazer  contra seu vizinho que está lhe pertubando constantemente. Em casos de Condominio, alguns procuram o Síndico, esperando que ele resolva a situação, sendo que nem sempre este obtém sucesso. Em outros casos, não havendo Síndico, não resta outra opção ao cidadão a não ser ajuizar uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Geralmente as  pessoas se perguntam o que fazer  contra seu vizinho que está lhe pertubando constantemente. Em casos de Condominio, alguns procuram o Síndico, esperando que ele resolva a situação, sendo que nem sempre este obtém sucesso. Em outros casos, não havendo Síndico, não resta outra opção ao cidadão a não ser ajuizar uma ação chamada <strong>Ação de Dano Infecto</strong>.</p>
<p><span id="more-291"></span></p>
<p>A ação de dano infecto tem cabimento naquelas situações em que o proprietário ou possuidor de um imóvel esteja sofrendo, ou tenha justo receio de sofrer, dano ou prejuízo pelo uso nocivo de: &#8211; barulho excessivo &#8211; desordem &#8211; criação de animais &#8211; armazenagem de produtos perigosos, como inflamáveis e explosivos &#8211; exalações fétidas &#8211; entre outros, ou ruína , de prédio vizinho.</p>
<p>O objetivo primordial desta ação é cominar pena ao proprietário do imóvel, até que cesse a situação que fundamenta o pedido, ou a prestação de caução pelo dano iminente.</p>
<p>O foro competente para ajuizamento da ação é o da situação do imóvel, conforme artigo 95 do Código de Processo Civil.</p>
<p>Na ação de dano infecto, o autor da ação deverá juntar provas demonstando os danos que sofreu ou está sofrendo, bem como os riscos para sua saúde ou propriedade, normalmente valendo-se de fotos, laudos técnicos e oitiva de testemunhas.</p>
<p>Caso seja vítima de alguma situação descrita acima entre em contato conosco.</p>
<p>Marielle dos Santos Brito</p>
<p>Fonte: Código de Processo Civil</p>
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