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	<title>Marielle Brito Advocacia e Consultoria Jurídica - Brasília, DF &#187; Súmulas</title>
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	<description>Escritório de advocacia especializado em ações cíveis, trabalhistas, homologação de sentença estrangeira, legalização de documentos e advocacia de apoio em Brasília, DF</description>
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		<title>STF aprovou mais 5 novas Súmulas Vinculantes</title>
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		<pubDate>Wed, 04 Nov 2009 21:30:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marielle Brito</dc:creator>
				<category><![CDATA[Súmulas]]></category>
		<category><![CDATA[nova sumula STF]]></category>
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		<category><![CDATA[sumulas STF]]></category>

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		<description><![CDATA[As súmulas vinculantes têm o objetivo de pacificar a discussão de questões examinadas nas instâncias inferiores do Judiciário.
Após a aprovação, por no mínimo oito ministros, e da publicação no Diário de Justiça Eletrônico (DJe), o verbete deve ser seguido pelo Poder Judiciário, Legislativo e Executivo, de todas as esferas da Administração Pública.
PSV32 &#8211; Juros de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>As súmulas vinculantes têm o objetivo de pacificar a discussão de questões examinadas nas instâncias inferiores do Judiciário.</p>
<p>Após a aprovação, por no mínimo oito ministros, e da publicação no Diário de Justiça Eletrônico (DJe), o verbete deve ser seguido pelo Poder Judiciário, Legislativo e Executivo, de todas as esferas da Administração Pública.</p>
<p><strong>PSV32 &#8211; Juros de mora em precatório<br />
</strong><br />
Por maioria, o Supremo aprovou verbete que consolida jurisprudência firmada no sentido de que não cabe o pagamento de juros de mora sobre os precatórios (pagamentos devidos pela Fazenda Federal, estadual e municipal em virtude de sentença judicial), no período compreendido entre a sua expedição – inclusão no orçamento das entidades de direito público – e o seu pagamento, quando realizado até o final do exercício seguinte, ou seja, dentro do prazo constitucional de 18 meses. Somente o ministro Marco Aurélio foi contra a aprovação do verbete.</p>
<p>Verbete: <strong> “Durante o período previsto no parágrafo primeiro do artigo 100 da Constituição, não incidem juros de mora sobre os precatórios que nele sejam pagos”.</strong></p>
<p><span id="more-369"></span></p>
<p><strong><br />
</strong></p>
<p><strong>PSV 36 – Inelegibilidade de ex-cônjuges</strong></p>
<p>Também por maioria, o Supremo aprovou verbete que impede ex-cônjuges de concorrer a cargos eletivos caso a separação judicial ocorra no curso do mandato de um deles. O ministro Marco Aurélio ficou vencido por acreditar que eventual vício na dissolução do casamento deve ser “objeto de prova”.</p>
<p>Verbete: <strong>“A dissolução da sociedade ou do vínculo conjugal, no curso do mandato, não afasta a inelegibilidade prevista no § 7º do artigo 14 da Constituição Federal”.</strong></p>
<p><strong><br />
</strong></p>
<p><strong>PSV 40 – Taxa de coleta de lixo</strong></p>
<p>Por unanimidade, o Supremo aprovou verbete que confirma a constitucionalidade da cobrança de taxas de coleta, remoção e destinação de lixo tendo por base de cálculo a metragem dos imóveis.</p>
<p>Verbete: <strong>“A taxa cobrada exclusivamente em razão dos serviços públicos de coleta, remoção e tratamento ou destinação de lixo ou resíduos provenientes de imóveis, não viola o art. 145, II, da CF.”</strong></p>
<p><strong><br />
</strong></p>
<p><strong>PSV 42 – GDATA</strong></p>
<p>Por maioria, o Supremo aprovou súmula vinculante que reconhece o direito de servidores inativos de receberam a Gratificação de Desempenho de Atividade Técnico-Administrativa (GDATA). O ministro Marco Aurélio foi contra a aprovação do verbete. Ele explicou que os precedentes que concediam esse direito foram formalizados quando ainda estava em vigor o texto da Constituição Federal que previa a extensão aos inativos de todo benefício concedido ao pessoal da ativa. E, para definir se há o direito do inativo ao benefício é necessário saber se, se estivesse em atividade, ele perceberia ou não a parcela.</p>
<p>“No caso, a legislação de regência que previa esse tratamento desigual, muito embora preconizado pela Carta da República o trato igualitário de inativos e ativos, a legislação acabou por introduzir, a meu ver à margem da ordem jurídica constitucional, um tratamento todo próprio, cogitando, portanto, de satisfação da parcela geral beneficiando a todo pessoal da ativa em época em que prevista constitucionalmente a igualação cogitando de percentuais menores presentes aos inativos”, fundamentou o ministro a se posicionar contrário à proposta de súmula.</p>
<p>Já o ministro Dias Toffoli afirmou que a súmula vai acabar com processos múltiplos sobre o tema. Ele registrou inclusive que quando era advogado-geral da União editou súmula para impedir que a advocacia pública continuasse recorrendo de decisões que autorizavam o pagamento da gratificação, após decisão do Supremo que aprovou a legalidade da GDATA. Dias Toffoli exerceu o cargo de advogado-geral da União antes ser empossado ministro do Supremo, no último dia 23.</p>
<p>Verbete: <strong>“A Gratificação de Desempenho de Atividade Técnico-Administrativa – GDATA, instituída pela Lei 10.404/2002, deve ser deferida aos inativos nos valores correspondentes a 37,5 (trinta e sete vírgula cinco) pontos no período de fevereiro a maio de 2002 e, nos termos do art. 5º, parágrafo único, da Lei 10.404/2002, no período de junho de 2002 até a conclusão dos efeitos do último ciclo de avaliação a que se refere o art. 1º da Medida Provisória 198/2004, a partir da qual para a ser de 60 (sessenta) pontos.”</strong></p>
<p><strong><br />
</strong></p>
<p><strong>PSV 21 – Depósito prévio</strong></p>
<p>Por unanimidade, o Supremo aprovou súmula vinculante que impede a exigência de depósito prévio ou de arrolamento de bens como condição para apresentar recurso perante a Administração Pública.</p>
<p>Verbete: <strong>“É inconstitucional a exigência de depósito ou arrolamento prévios de dinheiro ou bens para admissibilidade de recurso administrativo”.</strong></p>
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		<title>STJ aprovou mais 4 novas súmulas</title>
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		<pubDate>Wed, 04 Nov 2009 21:21:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marielle Brito</dc:creator>
				<category><![CDATA[Súmulas]]></category>
		<category><![CDATA[ações de desapropriação]]></category>
		<category><![CDATA[cobrança da tarifa de água]]></category>
		<category><![CDATA[novas súmulas]]></category>
		<category><![CDATA[novas súmulas do STJ]]></category>
		<category><![CDATA[prescrição execução fiscal]]></category>
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		<category><![CDATA[sumula 409 STJ]]></category>
		<category><![CDATA[sumulas do STJ]]></category>

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		<description><![CDATA[A Primeira Seção do Superior Tribunal de Justiça (STJ) aprovou mais uma súmula, o  verbete de n. 406 que foi acolhido por unanimidade, o qual diz que: “A Fazenda Pública pode recusar a substituição do bem penhorado por precatórios”.
A súmula n. 407 diz que:  “É legítima a cobrança da tarifa de água, fixada de acordo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Primeira Seção do Superior Tribunal de Justiça (STJ) aprovou mais uma súmula, o  verbete de <strong>n. 406</strong> que foi acolhido por unanimidade, o qual diz que: “A Fazenda Pública pode recusar a substituição do bem penhorado por precatórios”.</p>
<p>A súmula<strong> n. 407</strong> diz que:  “É legítima a cobrança da tarifa de água, fixada de acordo com as categorias de usuários e as faixas de consumo”.</p>
<p><span id="more-366"></span></p>
<p>A súmula <strong>n. 408 </strong>com a seguinte redação:  “Nas ações de desapropriação, os juros compensatórios incidentes após a Medida Provisória n. 1.577, de 11/6/1997, devem ser fixados em 6% ao ano até 13/09/2001, e, a partir de então, em 12% ao ano, na forma da súmula n. 618 do Supremo Tribunal Federal”.</p>
<p>E a súmula <strong>n. 409</strong>:   “Em execução fiscal, a prescrição ocorrida antes da propositura da ação pode ser decretada de ofício”.</p>
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