<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Marielle Brito Advocacia e Consultoria Jurídica - Brasília, DF &#187; Marielle Brito</title>
	<atom:link href="http://mariellebrito.com/blog/archives/author/marielle/feed" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://mariellebrito.com/blog</link>
	<description>Escritório de advocacia especializado em ações cíveis, trabalhistas, homologação de sentença estrangeira, legalização de documentos e advocacia de apoio em Brasília, DF</description>
	<lastBuildDate>Wed, 05 May 2010 19:21:09 +0000</lastBuildDate>
	<generator>http://wordpress.org/?v=2.8.4</generator>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
			<item>
		<title>A Intervenção Federal nos Estados</title>
		<link>http://mariellebrito.com/blog/archives/632</link>
		<comments>http://mariellebrito.com/blog/archives/632#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 27 Apr 2010 18:49:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marielle Brito</dc:creator>
				<category><![CDATA[Constitucional]]></category>
		<category><![CDATA[advocacia de apoio brasilia]]></category>
		<category><![CDATA[advocacia de apoio em brasília]]></category>
		<category><![CDATA[advocacia em brasilia]]></category>
		<category><![CDATA[advocacia internacional brasiliaa]]></category>
		<category><![CDATA[advogados brasília]]></category>
		<category><![CDATA[escritorio de advocacia brasilia]]></category>
		<category><![CDATA[intervenção federal]]></category>
		<category><![CDATA[intervenção federal no df]]></category>
		<category><![CDATA[intervenção federal nos estados]]></category>
		<category><![CDATA[intervenção federal nos governos]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://mariellebrito.com/blog/?p=632</guid>
		<description><![CDATA[A autonomia dos estados é determinada pela Constituição Federal.
Em casos de anormalidade na condução das atividades públicas, a própria Carta Magna estabelece exceções quanto a essa liberdade dos estados e municípios, permitindo a intervenção federal e afastando momentaneamente a autonomia desses entes federativos.
Para o procurador do Distrito Federal e professor Zélio Maia, “o sistema federativo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A autonomia dos estados é determinada pela Constituição Federal.<span id="more-632"></span></p>
<p>Em casos de anormalidade na condução das atividades públicas, a própria Carta Magna estabelece exceções quanto a essa liberdade dos estados e municípios, permitindo a intervenção federal e afastando momentaneamente a autonomia desses entes federativos.</p>
<p>Para o procurador do Distrito Federal e professor Zélio Maia, “o sistema federativo brasileiro, como regra, não admite a intervenção federal nos estados nem intervenção estadual nos municípios. Essa regra, no entanto, é relativizada diante de ocorrências que coloquem em risco a própria federação, sendo as hipóteses de intervenção (federal e estadual) previstas no artigo 34 e parágrafos da Constituição Federal.” A União só pode intervir nos estados-membros e no Distrito Federal (intervenção federal). Os estados-membros, por sua vez, só podem intervir nos municípios relativos aos seus territórios (intervenção estadual).</p>
<p>Em linhas gerais, a intervenção federal ocorre para: a) manter a integridade nacional; b) repelir invasão estrangeira ou de uma unidade da federação em outra; c) garantir a ordem pública e a ordem constitucional; d) assegurar a autonomia dos três poderes nos estados; e) reorganizar as finanças; e, f) ordenar o cumprimento de uma decisão judicial. Conforme esclarece Zélio Maia, “a intervenção federal decorre da busca de manter íntegro o princípio da separação dos poderes, seja sob o aspecto geográfico (evitar que um ente federativo desrespeite a autonomia de outro ente federativo) seja sob o aspecto funcional, ou seja, para preservação da independência dos poderes legislativo, executivo e judiciário”.</p>
<p>Como a intervenção ocorre justamente para resguardar a existência e a unidade da federação, ela só pode ser iniciada por autoridades específicas. O professor Zélio Maia ressalta que “o propósito de fornecer um leque amplo de possibilidades de provocação para buscar a intervenção decorre da multiplicidade de coações que podem ocorrer, conferindo, com isso, aos respectivos poderes que sofrem a coação, a legitimidade para provocar a intervenção federal ou estadual, conforme o caso”.</p>
<p>A intervenção espontânea é aquela decretada de ofício pelo presidente da República. Antes disso, o presidente deve ouvir os conselhos da República (órgão superior de consulta) e de Defesa Nacional (órgão de consulta nos assuntos relacionados à soberania nacional e à defesa do Estado democrático). Os poderes Legislativo (assembleia ou câmara legislativa) e Executivo (governador de estado ou do Distrito Federal) também podem pedir a decretação da intervenção federal ao presidente da República se estiverem sofrendo coação no desempenho das suas funções. É a chamada intervenção por solicitação.</p>
<p>Em regra, quando ocorre a intervenção federal, a União assume, por meio de um delegado, o desempenho das atividades que cabem a um estado-membro. Caso a ingerência alcance o Poder Legislativo estadual, não é necessária a presença do interventor. O governador acumula as atribuições legislativas com as funções típicas de chefe de executivo estadual. Porém, se o ato interventivo estiver relacionado ao Poder Executivo, é preciso a nomeação de um interventor para assumir temporariamente o governo do estado, uma vez que o chefe do executivo ficará impedido.</p>
<p>Compete ao presidente de República decretar e executar a intervenção federal. O decreto de intervenção precisa ser apreciado pelo Congresso Nacional no prazo de 24 horas e, caso este esteja em recesso, é efetuada a convocação extraordinária no mesmo prazo. Se o Congresso reprovar a medida, a intervenção será considerada inconstitucional e, caso o presidente mantenha a execução, ficará sujeito à pena de crime de responsabilidade.</p>
<p><strong>Nos tribunais</strong></p>
<p>Ao Poder Judiciário local cabe a intervenção provocada por requisição: o pedido de intervenção deverá ser solicitado ao Supremo Tribunal Federal (STF), que, por sua vez, precisa requisitar a intervenção ao presidente da República. Em caso de desobediência a uma ordem ou a uma decisão judicial, o STF, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) e o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) também podem ser acionados.</p>
<p>Desde sua criação, com a Constituição Federal de 1988, chegaram ao Superior Tribunal 108 pedidos de intervenção federal. O primeiro e o último envolviam a questão de reintegração de posse, ambos no estado do Paraná. Recentemente, a Corte Especial, órgão máximo do STJ, acatou o pedido de intervenção federal contra o estado do Paraná solicitado pela Indústrias João José Zattar S.A. O governo paranaense teria descumprido ordem judicial que requisitava a polícia para garantir a reintegração de posse do imóvel rural da empresa que havia sido invadido. O relator, ministro João Otávio de Noronha, citou precedentes envolvendo o próprio estado do Paraná. O entendimento firmado pelo Tribunal autoriza a intervenção federal em razão da inércia do Poder Executivo do estado que, ao deixar de fornecer a força policial, descumpre decisão judicial. Mas, afinal, o que significa essa intervenção decidida pelo STJ?</p>
<p>Quando se trata de processo de intervenção federal analisado pelo Judiciário, os efeitos são mais restritos. Se a intervenção tiver sido determinada pelo descumprimento de lei federal, ordem ou decisão judicial, ou ainda pelo desrespeito a princípios constitucionais, além de ser dispensável a análise do Congresso Nacional, o decreto interventivo restringe-se a suspender a execução do ato impugnado, isto é, aquele que infringiu lei federal, ordem judicial ou feriu o que estabelece a Constituição. Assim, não ocorre a participação do interventor e também não há necessidade de afastar o governador ou os parlamentares.</p>
<p>Depois que a decisão transita em julgado (quando não cabe mais recurso), o Tribunal comunica ao Ministério da Justiça, que oficia à Presidência da República. A decretação da intervenção fica a cargo do presidente. Zélio Maia pondera que a intervenção decorrente de requisição do STJ será concretizada por decreto do presidente da República e seus efeitos passarão a ser sentidos a partir da publicação. “A amplitude da intervenção vai depender do que é necessário para restabelecer a ordem; se a simples anulação de um ato praticado no âmbito da unidade objeto da intervenção for suficiente, assim procederá o decreto interventivo”, complementa o professor.</p>
<p>Em 2005, a Corte Especial também julgou procedente o pedido de intervenção federal no estado de Rondônia. O objetivo foi garantir a execução, no prazo de 120 dias, de sentença que assegurou a reintegração de posse em fazendas no município de Alto Alegre dos Parecis, cuja demora no cumprimento da decisão datava de 1998. Os proprietários das terras alegaram que houve descumprimento de ordem judicial, expedida nos autos de ação de reintegração de posse, em 1999, e que a decisão já havia transitado em julgado. Para o relator à epóca, ministro Humberto Gomes de Barros, nenhuma providência foi tomada para equacionar o conflito. O ministro destacou que &#8220;este pedido de intervenção federal é semelhante a outros já apreciados pela Corte Especial, principalmente os provenientes do estado do Paraná, versando sobre o descumprimento de decisão judicial, em que o Poder Executivo demonstra relutância em cumprir a ordem emanada do Poder Judiciário, obstando a sua execução ao negar o apoio da força policial&#8221;. Por isso, o pedido de intervenção federal foi autorizado pelo STJ.</p>
<p><strong>O caso da capital federal</strong></p>
<p>O procurador-geral da República também pode propor uma ação de executoriedade de lei federal ou uma ação direta de inconstitucionalidade interventiva ao STF, que dará prosseguimento ao processo, julgando-o procedente e encaminhando a decisão ao presidente da República, para que expeça o decreto interventivo. Nessa situação, o presidente fica vinculado à decisão tomada pelo Supremo Tribunal Federal, apenas formalizando o entendimento dos ministros. E é isso o que pode ocorrer no Distrito Federal.</p>
<p>Dia 11 de fevereiro, pouco depois de o Superior Tribunal de Justiça decretar a prisão do ex-governador José Roberto Arruda, o procurador-geral da República, Roberto Gurgel, requereu ao Supremo Tribunal Federal a intervenção nos poderes Executivo e Legislativo do Distrito Federal.</p>
<p>O processo ainda não foi julgado e, recentemente, por solicitação do presidente do STF, ministro Gilmar Mendes, o procurador-geral da República justificou a inclusão do Legislativo local no pedido. O parecer da Procuradoria Geral da República (PGR) sustenta que as investigações do suposto esquema de arrecadação e distribuição de propina no governo do Distrito Federal “apontam o envolvimento de mais de 26 deputados – entre titulares e suplentes – nas fraudes”. No documento, a PGR afirma que “a intervenção bastaria até a posse dos novos deputados eleitos, em 1º de janeiro de 2011 – período em que, espera-se, ocorra uma renovação dos mandatos distritais”.</p>
<p>Como bem alerta o doutor em direito constitucional Luiz Alberto David Araújo, a intervenção federal &#8220;é forma extrema, necessária para que se evite a desagregação do Estado Federal&#8221;. Diferenças à parte, a intervenção federal foi idealizada pelos constituintes como forma de resguardar a federação e só exercida para proteger a integridade da nação e a segurança pública.</p>
<p>Fonte: STJ</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://mariellebrito.com/blog/archives/632/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>FGTS pode ser penhorado para quitar débitos de Pensão Alimentícia</title>
		<link>http://mariellebrito.com/blog/archives/625</link>
		<comments>http://mariellebrito.com/blog/archives/625#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 13 Apr 2010 19:59:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marielle Brito</dc:creator>
				<category><![CDATA[Família e Sucessões]]></category>
		<category><![CDATA[ação de revisao de penso alimenticia]]></category>
		<category><![CDATA[advocacia de família brasilia]]></category>
		<category><![CDATA[advogada de família brasília]]></category>
		<category><![CDATA[advogado alimentos brasilia]]></category>
		<category><![CDATA[advogado de família brasilia]]></category>
		<category><![CDATA[advogado de familia em brasilia]]></category>
		<category><![CDATA[advogados de familia]]></category>
		<category><![CDATA[pensão alimentícia]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://mariellebrito.com/blog/?p=625</guid>
		<description><![CDATA[O Superior Tribunal de Justiça &#8211; STJ, por decisão UNÂNIME da 3ª Turma, entendeu que &#8220;O Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) pode ser penhorado para quitar parcelas de pensões alimentícias atrasadas&#8221;. 




Após uma ação de investigação de paternidade, a mãe de um menor entrou com ação para receber as pensões entre a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Superior Tribunal de Justiça &#8211; STJ, por decisão UNÂNIME da 3ª Turma, entendeu que <strong>&#8220;O Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) pode ser penhorado para quitar parcelas de pensões alimentícias atrasadas&#8221;. </strong></p>
<p><strong><br />
</strong></p>
<p><strong><span id="more-625"></span><br />
</strong><br />
Após uma ação de investigação de paternidade, a mãe de um menor entrou com ação para receber as pensões entre a data da investigação e o início dos pagamentos. Após a penhora dos bens do pai, constatou-se que esses não seriam o bastante para quitar o débito. A mãe pediu então a penhora do valor remanescente da conta do FGTS.</p>
<p>O pedido foi negado em primeira instância e a mãe recorreu. O Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul (TJRS) acabou por confirmar a sentença, afirmando que as hipóteses para levantar o FGTS listadas no artigo 20 da Lei n. 8036, de 1990, seriam taxativas e não prevêem o pagamento de pensão alimentícia. No recurso ao STJ, a defesa alegou que as hipóteses do artigo 20 seriam exemplificativas e não taxativas. Apontou-se, também, a grande relevância do pagamento da verba alimentar e dissídio jurisprudencial (julgados com diferentes conclusões sobre o mesmo tema).</p>
<p>No seu voto, o relator, ministro Massami Uyeda, considerou que: &#8220;<strong>o objetivo do FGTS é proteger o trabalhador de demissão sem justa causa e também na aposentadoria. <em>Também prevê a proteção dos dependentes do trabalhador.</em>&#8220;</strong> Para o ministro, seria claro que as <em>situações elencadas na Lei n. 8.036 têm caráter exemplificativo</em> e não esgotariam as hipóteses para o levantamento do Fundo, pois não seria possível para a lei prever todas as necessidades e urgências do trabalhador.</p>
<p>O ministro também considerou que o pagamento da pensão alimentar estaria de acordo com o princípio da Dignidade da Pessoa Humana. <strong>“A prestação dos alimentos, por envolver a própria subsistência dos dependentes do trabalhador, deve ser necessariamente atendida, mesmo que, para tanto, penhore-se o FGTS”</strong>, concluiu o ministro.</p>
<p>Fonte: STJ</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://mariellebrito.com/blog/archives/625/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Jornal O GLOBO &#8211; Reportagem sobre alterações na Lei do Inquilinato</title>
		<link>http://mariellebrito.com/blog/archives/562</link>
		<comments>http://mariellebrito.com/blog/archives/562#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 26 Jan 2010 14:40:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marielle Brito</dc:creator>
				<category><![CDATA[imprensa]]></category>
		<category><![CDATA[advogada civel brasilia]]></category>
		<category><![CDATA[advogado civel brasilia]]></category>
		<category><![CDATA[alterações lei inquilinato]]></category>
		<category><![CDATA[lei do inquilinato]]></category>
		<category><![CDATA[nova lei do inquilinato]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://mariellebrito.com/blog/?p=562</guid>
		<description><![CDATA[Entrevista da advogada Marielle Brito para o jornal O GLOBO, veiculado em 26/01/2010,  sobre as mudanças ocorridas na Lei do Iquilinato, como a celeridade nas ações de despejo,

a possibilidade do fiador se exonerar da fiança em alguns casos e a mudança na purgação da mora, já que com a nova lei o inquilino poderá purgar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a rel="attachment wp-att-568" href="http://mariellebrito.com/blog/archives/562/oglobo"><img class="alignleft size-full wp-image-568" title="Jornal O Globo" src="http://mariellebrito.com/blog/wp-content/uploads/2010/01/oGlobo2.jpg" alt="Jornal O Globo" width="200" height="149" /></a>Entrevista da advogada Marielle Brito para o jornal <a href="http://oglobo.globo.com/economia/morarbem/mat/2010/01/26/com-novas-regras-do-aluguel-em-vigor-despejos-serao-mais-ageis-915707894.asp" target="_blank">O GLOBO</a>, veiculado em 26/01/2010,  sobre as mudanças ocorridas na Lei do Iquilinato, como a celeridade nas ações de despejo,</p>
<p><span id="more-562"></span></p>
<p>a possibilidade do fiador se exonerar da fiança em alguns casos e a mudança na purgação da mora, já que com a nova lei o inquilino poderá purgar a mora apenas uma vez a cada 24 meses.<br />
A purgação da mora é quando o inquilino efetua o pagamento integral da dívida e acessórios em juízo, no prazo de 15 dias após a citação do processo de despejo.</p>
<p><strong><a href="http://oglobo.globo.com/economia/morarbem/mat/2010/01/26/com-novas-regras-do-aluguel-em-vigor-despejos-serao-mais-ageis-915707894.asp" target="_blank">VEJA A REPORTAGEM NA ÍNTEGRA CLICANDO AQUI</a></strong></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://mariellebrito.com/blog/archives/562/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>2</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Jornal Repórter Brasil &#8211; Entrevista sobre a Nova Lei do Inquilinato</title>
		<link>http://mariellebrito.com/blog/archives/506</link>
		<comments>http://mariellebrito.com/blog/archives/506#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 25 Jan 2010 17:04:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marielle Brito</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cível]]></category>
		<category><![CDATA[imprensa]]></category>
		<category><![CDATA[advocacia civil brasilia]]></category>
		<category><![CDATA[advocacia civil']]></category>
		<category><![CDATA[advogada civil]]></category>
		<category><![CDATA[alteração lei do inquilinato]]></category>
		<category><![CDATA[direitos do inquilino]]></category>
		<category><![CDATA[direitos do locador]]></category>
		<category><![CDATA[lei do inquilinato]]></category>
		<category><![CDATA[mudança lei do inquilinato]]></category>
		<category><![CDATA[nova lei do inquilinato]]></category>
		<category><![CDATA[Repórter Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[TV Brasil]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://mariellebrito.com/blog/?p=506</guid>
		<description><![CDATA[ Entrevista da advogada Marielle Brito para o jornal Repórter Brasil, da TV BRASIL, veiculado em 25/01/2010.

// 

 // 
&#38;amp;lt;br /&#38;amp;gt; 	&#38;amp;lt;span class=&#8221;mceItemObject&#8221;  classid=&#8221;clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000&#8243; codebase=&#8221;http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=9,0,0,0&#8243; width=&#8221;508&#8243; height=&#8221;340&#8243; id=&#8221;video_2&#8243; align=&#8221;middle&#8221;&#38;amp;gt;&#38;amp;lt;span  name=&#8221;allowScriptAccess&#8221; value=&#8221;sameDomain&#8221; class=&#8221;mceItemParam&#8221;&#38;amp;gt;&#38;amp;lt;/span&#38;amp;gt;&#38;amp;lt;span  name=&#8221;allowFullScreen&#8221; value=&#8221;false&#8221; class=&#8221;mceItemParam&#8221;&#38;amp;gt;&#38;amp;lt;/span&#38;amp;gt;&#38;amp;lt;span  name=&#8221;movie&#8221; value=&#8221;http://www.mariellebrito.com/img/video_2.swf&#8221; class=&#8221;mceItemParam&#8221;&#38;amp;gt;&#38;amp;lt;/span&#38;amp;gt;&#38;amp;lt;span  name=&#8221;quality&#8221; value=&#8221;high&#8221; class=&#8221;mceItemParam&#8221;&#38;amp;gt;&#38;amp;lt;/span&#38;amp;gt;&#38;amp;lt;span  name=&#8221;bgcolor&#8221; value=&#8221;#ffffff&#8221; class=&#8221;mceItemParam&#8221;&#38;amp;gt;&#38;amp;lt;/span&#38;amp;gt;&#38;amp;lt;span class=&#8221;mceItemEmbed&#8221;  src=&#8221;http://www.mariellebrito.com/img/video_2.swf&#8221; mce_src=&#8221;http://www.mariellebrito.com/img/video_2.swf&#8221; quality=&#8221;high&#8221; [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://mariellebrito.com/blog/archives/506/"><img class="alignleft size-full wp-image-522" title="Repórter Brasil" src="http://mariellebrito.com/blog/wp-content/uploads/2010/01/imgVideo3.jpg" alt="imgVideo3" width="200" height="149" /></a> Entrevista da advogada Marielle Brito para o jornal Repórter Brasil, da TV BRASIL, veiculado em 25/01/2010.</p>
<p><span id="more-506"></span></p>
<p><script type="text/javascript">// <![CDATA[
AC_FL_RunContent = 0;
// ]]&gt;</script><br />
<script src="http://www.mariellebrito.com/js/AC_RunActiveContent.js"></script><br />
 <script type="text/javascript">// <![CDATA[
	if (AC_FL_RunContent == 0) {
		alert("This page requires AC_RunActiveContent.js.");
	} else {
		AC_FL_RunContent( 'codebase','http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=9,0,0,0','width','508','height','340','id','video_2','align','middle','src','http://www.mariellebrito.com/img/video_2','quality','high','bgcolor','#ffffff','name','video_2','allowscriptaccess','sameDomain','allowfullscreen','false','pluginspage','http://www.macromedia.com/go/getflashplayer','movie','http://www.mariellebrito.com/img/video_2' ); //end AC code
	}
// ]]&gt;</script><br />
<noscript>&amp;amp;lt;br /&amp;amp;gt; 	&amp;amp;lt;span class=&#8221;mceItemObject&#8221;  classid=&#8221;clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000&#8243; codebase=&#8221;http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=9,0,0,0&#8243; width=&#8221;508&#8243; height=&#8221;340&#8243; id=&#8221;video_2&#8243; align=&#8221;middle&#8221;&amp;amp;gt;&amp;amp;lt;span  name=&#8221;allowScriptAccess&#8221; value=&#8221;sameDomain&#8221; class=&#8221;mceItemParam&#8221;&amp;amp;gt;&amp;amp;lt;/span&amp;amp;gt;&amp;amp;lt;span  name=&#8221;allowFullScreen&#8221; value=&#8221;false&#8221; class=&#8221;mceItemParam&#8221;&amp;amp;gt;&amp;amp;lt;/span&amp;amp;gt;&amp;amp;lt;span  name=&#8221;movie&#8221; value=&#8221;http://www.mariellebrito.com/img/video_2.swf&#8221; class=&#8221;mceItemParam&#8221;&amp;amp;gt;&amp;amp;lt;/span&amp;amp;gt;&amp;amp;lt;span  name=&#8221;quality&#8221; value=&#8221;high&#8221; class=&#8221;mceItemParam&#8221;&amp;amp;gt;&amp;amp;lt;/span&amp;amp;gt;&amp;amp;lt;span  name=&#8221;bgcolor&#8221; value=&#8221;#ffffff&#8221; class=&#8221;mceItemParam&#8221;&amp;amp;gt;&amp;amp;lt;/span&amp;amp;gt;&amp;amp;lt;span class=&#8221;mceItemEmbed&#8221;  src=&#8221;http://www.mariellebrito.com/img/video_2.swf&#8221; mce_src=&#8221;http://www.mariellebrito.com/img/video_2.swf&#8221; quality=&#8221;high&#8221; bgcolor=&#8221;#ffffff&#8221; width=&#8221;508&#8243; height=&#8221;340&#8243; name=&#8221;video_2&#8243; align=&#8221;middle&#8221; allowScriptAccess=&#8221;sameDomain&#8221; allowFullScreen=&#8221;false&#8221; type=&#8221;application/x-shockwave-flash&#8221; pluginspage=&#8221;http://www.macromedia.com/go/getflashplayer&#8221; /&amp;amp;gt;&amp;amp;lt;/span&amp;amp;gt;&amp;amp;lt;br /&amp;amp;gt; 	&amp;amp;lt;/span&amp;amp;gt;&amp;amp;lt;br /&amp;amp;gt; </noscript></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://mariellebrito.com/blog/archives/506/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>TV Brasil &#8211; Reportagem sobre as alterações da Lei do Inquilinato</title>
		<link>http://mariellebrito.com/blog/archives/460</link>
		<comments>http://mariellebrito.com/blog/archives/460#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 25 Jan 2010 12:49:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marielle Brito</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cível]]></category>
		<category><![CDATA[imprensa]]></category>
		<category><![CDATA[lei do inquilinato]]></category>
		<category><![CDATA[TV Brasil]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://mariellebrito.com/blog/?p=460</guid>
		<description><![CDATA[ Entrevista da advogada Marielle Brito AO VIVO para o jornal da TV Brasil, veiculado em 25/01/2010

// 

 // 
&#60;br /&#62; 	&#60;span class=&#8221;mceItemObject&#8221;  classid=&#8221;clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000&#8243; codebase=&#8221;http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=9,0,0,0&#8243; width=&#8221;508&#8243; height=&#8221;340&#8243; id=&#8221;video_1&#8243; align=&#8221;middle&#8221;&#62;&#60;span  name=&#8221;allowScriptAccess&#8221; value=&#8221;sameDomain&#8221; class=&#8221;mceItemParam&#8221;&#62;&#60;/span&#62;&#60;span  name=&#8221;allowFullScreen&#8221; value=&#8221;false&#8221; class=&#8221;mceItemParam&#8221;&#62;&#60;/span&#62;&#60;span  name=&#8221;movie&#8221; value=&#8221;http://www.mariellebrito.com/img/video_1.swf&#8221; class=&#8221;mceItemParam&#8221;&#62;&#60;/span&#62;&#60;span  name=&#8221;quality&#8221; value=&#8221;high&#8221; class=&#8221;mceItemParam&#8221;&#62;&#60;/span&#62;&#60;span  name=&#8221;bgcolor&#8221; value=&#8221;#ffffff&#8221; class=&#8221;mceItemParam&#8221;&#62;&#60;/span&#62;&#60;span class=&#8221;mceItemEmbed&#8221;  src=&#8221;http://www.mariellebrito.com/img/video_1.swf&#8221; mce_src=&#8221;http://www.mariellebrito.com/img/video_1.swf&#8221; quality=&#8221;high&#8221; [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://mariellebrito.com/blog/archives/460"><img class="alignleft size-full wp-image-518" title="TV Brasil - Nova Lei do Inquilinato" src="http://mariellebrito.com/blog/wp-content/uploads/2010/01/imgVideo1.jpg" alt="TV Brasil - Nova Lei do Inquilinato" width="200" height="149" /></a> Entrevista da advogada Marielle Brito AO VIVO para o jornal da TV Brasil, veiculado em 25/01/2010</p>
<p><span id="more-460"></span></p>
<p><script>// <![CDATA[
AC_FL_RunContent = 0;
// ]]&gt;</script><br />
<script src="http://www.mariellebrito.com/js/AC_RunActiveContent.js"></script><br />
 <script>// <![CDATA[
	if (AC_FL_RunContent == 0) {
		alert("This page requires AC_RunActiveContent.js.");
	} else {
		AC_FL_RunContent( 'codebase','http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=9,0,0,0','width','508','height','340','id','video_1','align','middle','src','http://www.mariellebrito.com/img/video_1','quality','high','bgcolor','#ffffff','name','video_1','allowscriptaccess','sameDomain','allowfullscreen','false','pluginspage','http://www.macromedia.com/go/getflashplayer','movie','http://www.mariellebrito.com/img/video_1' ); //end AC code
	}
// ]]&gt;</script><br />
<noscript>&lt;br /&gt; 	&lt;span class=&#8221;mceItemObject&#8221;  classid=&#8221;clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000&#8243; codebase=&#8221;http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=9,0,0,0&#8243; width=&#8221;508&#8243; height=&#8221;340&#8243; id=&#8221;video_1&#8243; align=&#8221;middle&#8221;&gt;&lt;span  name=&#8221;allowScriptAccess&#8221; value=&#8221;sameDomain&#8221; class=&#8221;mceItemParam&#8221;&gt;&lt;/span&gt;&lt;span  name=&#8221;allowFullScreen&#8221; value=&#8221;false&#8221; class=&#8221;mceItemParam&#8221;&gt;&lt;/span&gt;&lt;span  name=&#8221;movie&#8221; value=&#8221;http://www.mariellebrito.com/img/video_1.swf&#8221; class=&#8221;mceItemParam&#8221;&gt;&lt;/span&gt;&lt;span  name=&#8221;quality&#8221; value=&#8221;high&#8221; class=&#8221;mceItemParam&#8221;&gt;&lt;/span&gt;&lt;span  name=&#8221;bgcolor&#8221; value=&#8221;#ffffff&#8221; class=&#8221;mceItemParam&#8221;&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&#8221;mceItemEmbed&#8221;  src=&#8221;http://www.mariellebrito.com/img/video_1.swf&#8221; mce_src=&#8221;http://www.mariellebrito.com/img/video_1.swf&#8221; quality=&#8221;high&#8221; bgcolor=&#8221;#ffffff&#8221; width=&#8221;508&#8243; height=&#8221;340&#8243; name=&#8221;video_1&#8243; align=&#8221;middle&#8221; allowScriptAccess=&#8221;sameDomain&#8221; allowFullScreen=&#8221;false&#8221; type=&#8221;application/x-shockwave-flash&#8221; pluginspage=&#8221;http://www.macromedia.com/go/getflashplayer&#8221; /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt; 	&lt;/span&gt;&lt;br /&gt; </noscript></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://mariellebrito.com/blog/archives/460/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Jornal CORREIO BRAZILIENSE &#8211; Reportagem sobre Intervalos para descanso no trabalho</title>
		<link>http://mariellebrito.com/blog/archives/524</link>
		<comments>http://mariellebrito.com/blog/archives/524#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 24 Jan 2010 13:00:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marielle Brito</dc:creator>
				<category><![CDATA[Trabalhista]]></category>
		<category><![CDATA[advocacia trabalhista]]></category>
		<category><![CDATA[advogado brasilia]]></category>
		<category><![CDATA[advogado trabalhista]]></category>
		<category><![CDATA[brasília]]></category>
		<category><![CDATA[clt]]></category>
		<category><![CDATA[correio braziliense]]></category>
		<category><![CDATA[hora extra]]></category>
		<category><![CDATA[imprensa]]></category>
		<category><![CDATA[intervalos]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://mariellebrito.com/blog/?p=524</guid>
		<description><![CDATA[Entrevista da advogada Marielle Brito para o Jornal Correio Braziliense, do dia 24/01/2010, Domingo, Brasília-DF.


]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://mariellebrito.com/blog/archives/524"><img class="alignleft size-full wp-image-604" title="Correio Braziliense" src="http://mariellebrito.com/blog/wp-content/uploads/2010/01/correioBraziliense1.jpg" alt="Correio Braziliense" width="200" height="149" /></a>Entrevista da advogada Marielle Brito para o Jornal Correio Braziliense, do dia 24/01/2010, Domingo, Brasília-DF.</p>
<p><span id="more-524"></span></p>
<p><a href="http://mariellebrito.com/blog/wp-content/uploads/2010/01/materia_correio_1280_m.jpg"><img class="alignnone size-large wp-image-613" title="materia_correio_1280_m" src="http://mariellebrito.com/blog/wp-content/uploads/2010/01/materia_correio_1280_m-623x1024.jpg" alt="materia_correio_1280_m" width="623" height="1024" /></a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://mariellebrito.com/blog/archives/524/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Homologação de Sentença Estrangeira</title>
		<link>http://mariellebrito.com/blog/archives/132</link>
		<comments>http://mariellebrito.com/blog/archives/132#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 20 Jan 2010 23:21:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marielle Brito</dc:creator>
				<category><![CDATA[sentença estrangeira]]></category>
		<category><![CDATA[advocacia apoio homologação de sentença estrangeira]]></category>
		<category><![CDATA[advocacia apoio sentença estrangeira]]></category>
		<category><![CDATA[advocacia sentença estrangeira brasilia]]></category>
		<category><![CDATA[advogado em brasiliasentença estrangeira]]></category>
		<category><![CDATA[advogado especialista homologação sentença estrangeira]]></category>
		<category><![CDATA[advogado especialista sentença estrangeira]]></category>
		<category><![CDATA[advogado sentença estrangeira brasilia]]></category>
		<category><![CDATA[advogados homologação de sentença]]></category>
		<category><![CDATA[advogados sentença estrangeira]]></category>
		<category><![CDATA[apoio em homologação de sentença estrangeira]]></category>
		<category><![CDATA[artigo 105 Constituição]]></category>
		<category><![CDATA[Artigo 105 Constituição Federal]]></category>
		<category><![CDATA[artigo 105 da CF]]></category>
		<category><![CDATA[autenticação da sentença estrangeira no brasil]]></category>
		<category><![CDATA[competência para homologação de sentença estrangeira]]></category>
		<category><![CDATA[despachante consular]]></category>
		<category><![CDATA[divorcio estrangeiro]]></category>
		<category><![CDATA[emenda constitucional nº 45]]></category>
		<category><![CDATA[emenda nº 45/2004]]></category>
		<category><![CDATA[escritorio advocacia sentença estrangeira]]></category>
		<category><![CDATA[escritorio apoio homoloçao de sentença estrangeira]]></category>
		<category><![CDATA[escritorio apoio homologação de sentença]]></category>
		<category><![CDATA[escritorio apoio sentença estrangeira]]></category>
		<category><![CDATA[especialista em homologação de sentença estrangeira]]></category>
		<category><![CDATA[especialista legalização sentença estrangeira]]></category>
		<category><![CDATA[especialista sentença estrangeira]]></category>
		<category><![CDATA[homologação de sentença]]></category>
		<category><![CDATA[homologação de sentença espanhola]]></category>
		<category><![CDATA[homologação de sentença estrangeira]]></category>
		<category><![CDATA[homologação divorcio estrangeiro]]></category>
		<category><![CDATA[homologar divorcio]]></category>
		<category><![CDATA[homologar divorcio estrangeiro]]></category>
		<category><![CDATA[homologar sentença estrangeira]]></category>
		<category><![CDATA[homologar sentença estrangeira de divorcio]]></category>
		<category><![CDATA[legalização de adoção no brasil]]></category>
		<category><![CDATA[legalização de divorcio no brasil]]></category>
		<category><![CDATA[legalização de divorcio no STJ]]></category>
		<category><![CDATA[legalização de documentos]]></category>
		<category><![CDATA[legalização de documentos brasília]]></category>
		<category><![CDATA[legalização de documentos em brasília]]></category>
		<category><![CDATA[legalização de documentos Embaixadas]]></category>
		<category><![CDATA[legalização de documentos itamaraty]]></category>
		<category><![CDATA[legalização de documentos MRE]]></category>
		<category><![CDATA[legalização de documentos no brasil]]></category>
		<category><![CDATA[legalização de sentença de divorcio]]></category>
		<category><![CDATA[legalização de sentença espanhola]]></category>
		<category><![CDATA[legalização de sentença estrangeira no brasil]]></category>
		<category><![CDATA[legalização de separação no brasil]]></category>
		<category><![CDATA[legalizar divorcio]]></category>
		<category><![CDATA[legalizar divorcio no brasil]]></category>
		<category><![CDATA[legalizar documentos brasilia]]></category>
		<category><![CDATA[processo homologatório de sentença estrangeira]]></category>
		<category><![CDATA[sentença estrangeira de adoção]]></category>
		<category><![CDATA[sentença estrangeira de guarda]]></category>
		<category><![CDATA[sentença estrangeira eficácia no brasil]]></category>
		<category><![CDATA[sentença proferida por tribunal estrangeiro]]></category>
		<category><![CDATA[tradução juramentada]]></category>
		<category><![CDATA[tradução juramentada de sentença estrangeira]]></category>
		<category><![CDATA[tradução oficial]]></category>
		<category><![CDATA[validação de sentença de divorcio]]></category>
		<category><![CDATA[validação de sentença espanhola]]></category>
		<category><![CDATA[validação de sentença estrangeira]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://mariellebrito.com/blog/?p=132</guid>
		<description><![CDATA[A finalidade desse artigo é esclarecer aos brasileiros que residem ou residiram fora do Brasil e pretendem homologar uma sentença estrangeira de divórcio, separação, guarda, adoção, sobre o processo de homologação da sentença em nosso país. Então vejamos:
Conforme o direito brasileiro, a sentença proferida por juiz ou tribunal estrangeiro somente será eficaz no país após [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A finalidade desse artigo é esclarecer aos brasileiros que residem ou residiram fora do Brasil e pretendem homologar uma sentença estrangeira de divórcio, separação, guarda, adoção, sobre o processo de homologação da sentença em nosso país. Então vejamos:</p>
<p>Conforme o direito brasileiro, a sentença proferida por juiz ou tribunal estrangeiro somente será eficaz no país após a sua homologação pelo Superior Tribunal de Justiça –STJ, sediado em Brasília / DF.</p>
<p><span id="more-132"></span></p>
<p>A finalidade do processo homologatório, é o reconhecimento da eficácia jurídica da <strong>sentença estrangeira</strong> perante a ordem jurídica brasileira.</p>
<p>A competência para a <strong>homologação de sentença estrangeira</strong> passou a ser do Superior Tribunal de Justiça, com as modificações decorrentes da Emenda Constitucional nº 45, de 2004, em que a estabeleceu no artigo 105, I, i, da Constituição Federal.</p>
<p>A <strong>sentença estrangeira</strong> a ser homologada no Brasil deverá ser legalizada no Consulado Brasileiro no país que proferiu a sentença.  Para a autenticação ou legalização, faz-se igualmente necessário que a sentença venha revestida das formalidades exteriores, segundo a legislação do país em que foi prolatada.</p>
<p>Outro fator imprescindível à homologação, é a condição da sentença estrangeira estar acompanhada de tradução juramentada feita por tradutor juramentado no Brasil.</p>
<p>Outros requisitos, indispensáveis à <strong>homologação da sentença estrangeira</strong>, são o seu trânsito em julgado no país que a proferiu e o seu revestimento das formalidades necessárias à execução no lugar em que foi proferida.</p>
<p>O Superior Tribunal de Justiça -STJ,  não homologa sentença proferida no estrangeiro sem a prova do seu trânsito em julgado. Segundo a Corte, essa exigência considera-se já cumprida, se o trânsito em julgado da sentença estrangeira puder ser deduzido de fatos conclusivos dentro dos autos.</p>
<p>Indispensável para a instrução da ação homologatória, será ainda, a juntada da certidão ou cópia autêntica do texto integral da sentença estrangeira.</p>
<p>A função judiciária do Superior Tribunal de Justiça no processo de <strong>homologação de sentença estrangeira</strong> limita-se a observar se o julgado proferido no estrangeiro coaduna-se com os princípios básicos do direito vigentes no Brasil.  Por tal razão, em princípio, não é permitido discutir o mérito da sentença estrangeira para o fim de sua homologação, <strong>apenas a homologar nos mesmos termos em que foi proferida.</strong></p>
<p>A <strong>sentença estrangeira </strong>terá eficácia no Brasil somente após a sua homologação pelo Superior Tribunal de Justiça &#8211; STJ.</p>
<p>O STJ demora cerca de três meses para homologar uma sentença estrangeira nos casos de homologação de sentença estrangeira consensual, quando ambas as partes estão de acordo com a homologação.</p>
<p>Nos casos em que apenas uma das partes pretende homologar o tempo é maior, podendo variar conforme as circunstancias.</p>
<p>A documentação necessária para a homologação é:</p>
<p>- inteiro teor da sentença estrangeira com o transito em julgado, devidamente legalizada pelo consulado brasileiro no país que a proferiu;</p>
<p>- cópia da certidão de casamento autenticada;</p>
<p>- procuraçao assinada pelas partes conferindo poderes ao advogado postulante, com firma reconhecida.</p>
<ul>
<li><strong>A advogada Marielle Brito é especialista neste processo, conhece todas as  formalidades do Superior Tribunal de Justiça -STJ, fazendo com que a sentença homologatória seja proferida rapidamente.</strong></li>
</ul>
<p><strong>Entre em contato conosco para saber maiores informações a respeito da homologação de sentença estrangeira, através do menu &#8220;Orçamentos&#8221; ou pelos telefones (61) 9134-0595 ou (61) 3242-3482.</strong></p>
<p>Marielle dos Santos Brito</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://mariellebrito.com/blog/archives/132/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Intervalos para descanso no Trabalho</title>
		<link>http://mariellebrito.com/blog/archives/448</link>
		<comments>http://mariellebrito.com/blog/archives/448#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 14 Jan 2010 22:45:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marielle Brito</dc:creator>
				<category><![CDATA[Trabalhista]]></category>
		<category><![CDATA[advocacia trabalhista brasilia]]></category>
		<category><![CDATA[advogada trabalhista]]></category>
		<category><![CDATA[advogado em brasilia]]></category>
		<category><![CDATA[advogado trabalhista brasilia]]></category>
		<category><![CDATA[advogado trabalhista DF]]></category>
		<category><![CDATA[advogado trabalhista distrito federal]]></category>
		<category><![CDATA[advogado trabalhista em brasilia]]></category>
		<category><![CDATA[artigo 71 da CLT]]></category>
		<category><![CDATA[artigo 72 da CLT]]></category>
		<category><![CDATA[artigo 75 da CLT]]></category>
		<category><![CDATA[intervalo para almoço]]></category>
		<category><![CDATA[intervalos para descanso]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://mariellebrito.com/blog/?p=448</guid>
		<description><![CDATA[É com enorme prazer e satisfação que inicio o ano de 2010 escrevendo mais um post no Blog jurídico &#8220;Advocacia em Pauta&#8221;, e este post de hoje trata sobre um tema interessante em direito trabalhista, os intervalos para descanso, assunto que fui entrevistada pelo Correio Braziliense, jornal de maior circulação na cidade de Brasília-DF, cuja [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>É com enorme prazer e satisfação que inicio o ano de 2010 escrevendo mais um post no Blog jurídico &#8220;Advocacia em Pauta&#8221;, e este post de hoje trata sobre um tema interessante em direito trabalhista, os intervalos para descanso, assunto que fui entrevistada pelo Correio Braziliense, jornal de maior circulação na cidade de Brasília-DF, cuja matéria sairá no jornal do Domingo, dia 24/01/2010, no caderno de Trabalho e Formação Profissional.</p>
<p>Os intervalos para descanso são períodos na jornada de trabalho em que o empregado não presta serviços, seja para se alimentar ou para descansar.</p>
<p>O artigo 71 e seu parágrafo 1º, da CLT, revelam um dos exemplos de trabalho intrajornada:</p>
<p><em>Art. 71 &#8211; Em qualquer trabalho contínuo, cuja duração exceda de 6 (seis) horas, é obrigatória a concessão de um intervalo para repouso ou alimentação, o qual será, no mínimo, de 1 (uma) hora e, salvo acordo escrito ou contrato coletivo em contrário, não poderá exceder de 2 (duas) horas. </em></p>
<p><em>§ 1º &#8211; Não excedendo de 6 (seis) horas o trabalho, será, entretanto, obrigatório um intervalo de 15 (quinze) minutos quando a duração ultrapassar 4 (quatro) horas.</em></p>
<p><em><br />
</em></p>
<p><em><span id="more-448"></span></em></p>
<p><em> </em></p>
<p>Pelo artigo acima citado, entende-se que se o empregado trabalhar até 4 (quatro) horas diárias, não será obrigatória a concessão de nenhum intervalo. Em caso de trabalho acima de 4 (quatro) até 6 (seis) horas diárias, será obrigatório um intervalo de 15 minutos. Se a duração do trabalho for superior à 6 (seis) horas, será concedido um intervalo, de no mínimo, 1 (uma) horas até 2 (duas) horas.</p>
<p>Este intervalo é para o empregado alimentar-se ou descansar, recompondo seu organismo para que possa continuar a jornada de trabalho, e deverá ocorrer de forma contínua, ou seja, não poderá ser fracionado durante o horário de trabalho.Cumpre salientar, que o intervalo não poderá ocorrer no início da jornada, pois o trabalhador ainda não está cansado para repousar.</p>
<p>Em caso de o trabalho do empregado não ser contínuo, sofrendo várias interrupções, não terá direito a intervalo para refeição e/ou descanso, pois provavelmente já o terá feito.</p>
<p>Importante frisar que o intervalo não poderá ser superior à 2(duas) horas, a não ser que haja acordo escrito com o empregado, seja por intermédio de cláusula do contrato de trabalho ou termo separado, ou de contrato coletivo. O contrato coletivo, seria o acordo ou convenção coletiva de trabalho da categoria de trabalhadores.</p>
<p>Para os trabalhadores noturnos, horário compreendido entre as 22 às 5 horas, o intervalo é de 1 (uma) hora.</p>
<p><strong>Cumpre ressaltar que a concessão do intervalo contido no artigo 71 da CLT trata-se de norma de ordem pública e de higiene do trabalho. </strong>(Orientação jurisprudencial nº 342 da SBDI-1 do TST).</p>
<p>Este intervalo é para o empregado alimentar-se ou descansar, recompondo seu organismo para que possa continuar a jornada de trabalho, e deverá ocorrer de forma contínua, ou seja, não poderá ser fracionado durante o horário de trabalho.</p>
<p>O intervalo serve para o empregado se alimentar, de forma que o organismo possa absorver o alimento de maneira normal. Fazer a refeição de forma corrida pode trazer estresse aos órgãos do aparelho digestivo. Serve, também, para descansar para retornar ao trabalho, restabelecendo seu organismo. Evita-se com isso, que ocorram acidentes em razão de fadiga física do trabalhador.</p>
<p>O objetivo do intervalo é evitar fadiga física e mental, reduzindo a possibilidade de acidentes do trabalho. O trabalhador se alimenta e descansa para poder repor suas energias e voltar a trabalhar novamente.<strong> </strong></p>
<p>A lei protege esses trabalhadores, obrigando o empregador a indenizar os intervalos não gozados e aplicando multa administrativa à empresa.</p>
<p>Haverá duas sanções:</p>
<p>a) a primeira consistirá no pagamento do período não concedido de intervalo com acréscimo de 50%, sendo devido ao empregado;</p>
<p>b) a segunda estará consubstanciada na multa administrativa prevista no artigo 75 da CLT e devida à União, pela não observância do intervalo previsto no artigo 71 da CLT.</p>
<p><em>Art. 71 &#8211; Em qualquer trabalho contínuo, cuja duração exceda de 6 (seis) horas, é obrigatória a concessão de um intervalo para repouso ou alimentação, o qual será, no mínimo, de 1 (uma) hora e, salvo acordo escrito ou contrato coletivo em contrário, não poderá exceder de 2 (duas) horas. </em></p>
<p><em>§ 4º &#8211; Quando o intervalo para repouso e alimentação, previsto neste artigo, não for concedido pelo empregador, este ficará obrigado a remunerar o período correspondente com um acréscimo de no mínimo 50% (cinqüenta por cento) sobre o valor da remuneração da hora normal de trabalho.</em></p>
<p><em>“Art. 75. Os infratores dos dispositivos do presente capítulo incorrerão na multa de 3 (três) a 300 (trezentos) valores-de-referência regionais, segundo a natureza da infração, sua extensão e a intenção de quem a praticou, aplicada em dobro no caso de reincidência e oposição à fiscalização ou desacato à autoridade. (Redação do caput alterada pela Lei nº 7.855, de 24.10.1989)</em></p>
<p><em>Parágrafo único. São competentes para impor penalidades as Delegacias Regionais do Trabalho.&#8221;</em></p>
<p>Fonte: Consolidação das Leis Trabalhista- CLT e MARTINS, Sergio Pinto, 25ª ed.,São Paulo:Atlas,2009.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://mariellebrito.com/blog/archives/448/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>2</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Deveres de natureza ético profissional do Advogado</title>
		<link>http://mariellebrito.com/blog/archives/444</link>
		<comments>http://mariellebrito.com/blog/archives/444#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 09 Dec 2009 22:43:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marielle Brito</dc:creator>
				<category><![CDATA[Advocacia]]></category>
		<category><![CDATA[advocacia de apoio brasilia]]></category>
		<category><![CDATA[advocacia em brasilia]]></category>
		<category><![CDATA[advogado civel brasilia]]></category>
		<category><![CDATA[advogado de família brasilia]]></category>
		<category><![CDATA[advogado previdenciário brasilia]]></category>
		<category><![CDATA[advogado trabalhista]]></category>
		<category><![CDATA[advogado trabalhista em brasilia]]></category>
		<category><![CDATA[advogados de brasilia]]></category>
		<category><![CDATA[legalização de divorcio brasil]]></category>
		<category><![CDATA[legalização de documentos]]></category>
		<category><![CDATA[validação divorcio estrageiro]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://mariellebrito.com/blog/?p=444</guid>
		<description><![CDATA[Fundamentais para a compreensão do conteúdo do presente  estudo, as obrigações ético-profissionais do advogado consistem em valores que  devem ser exercidos disciplinarmente por aqueles a que se impõem, constituindo,  deste modo, matéria ampla no que tange ao exercício da função constitucional de  representante dos interesses de seu cliente e indispensável à [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Fundamentais para a compreensão do conteúdo do presente  estudo, as obrigações ético-profissionais do advogado consistem em valores que  devem ser exercidos disciplinarmente por aqueles a que se impõem, constituindo,  deste modo, matéria ampla no que tange ao exercício da função constitucional de  representante dos interesses de seu cliente e indispensável à efetivação dos  direitos a este assegurados pelo ordenamento positivo brasileiro.</p>
<p>Tais deveres encontram-se, em parte, insculpidos no artigo 2º  do Código de Ética da Ordem dos Advogados do Brasil, que assim preleciona:</p>
<p>Art. 2º O advogado, indispensável à administração da      Justiça, é defensor do estado democrático de direito, da cidadania, da      moralidade pública, da Justiça e da paz social, subordinando a atividade do      seu Ministério Privado à elevada função pública que exerce.</p>
<p>Parágrafo único. São deveres do advogado:</p>
<p><span id="more-444"></span></p>
<p>I &#8211; preservar, em sua conduta, a honra, a nobreza e a      dignidade da profissão, zelando pelo seu caráter de essencialidade e      indispensabilidade;</p>
<p>II &#8211; atuar com destemor, independência, honestidade,      decoro, veracidade, lealdade, dignidade e boa-fé;</p>
<p>III &#8211; velar por sua reputação pessoal e profissional;</p>
<p>IV &#8211; empenhar-se, permanentemente, em seu aperfeiçoamento      pessoal e profissional;</p>
<p>V &#8211; contribuir para o aprimoramento das instituições, do      Direito e das leis;</p>
<p>VI &#8211; estimular a conciliação entre os litigantes,      prevenindo, sempre que possível, a instauração de litígios;</p>
<p>VII &#8211; aconselhar o cliente a não ingressar em aventura      judicial;</p>
<p>VIII &#8211; abster-se de:</p>
<p>a) utilizar de influência indevida, em seu benefício ou      do cliente;</p>
<p>b) patrocinar interesses ligados a outras atividades      estranhas à advocacia, em que também atue;</p>
<p>c) vincular o seu nome a empreendimentos de cunho      manifestamente duvidoso;</p>
<p>d) emprestar concurso aos que atentem contra a ética, a      moral, a honestidade e a dignidade da pessoa humana;</p>
<p>e) entender-se diretamente com a parte adversa que tenha      patrono constituído, sem o assentimento deste.</p>
<p>IX &#8211; pugnar pela solução dos problemas da cidadania e      pela efetivação dos seus direitos individuais, coletivos e difusos, no      âmbito da comunidade.</p>
<p>Fonte: Código de Ética e Disciplina da Ordem dos Advogados do Brasil &#8211; OAB</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://mariellebrito.com/blog/archives/444/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Ação de Divórcio Litigioso</title>
		<link>http://mariellebrito.com/blog/archives/433</link>
		<comments>http://mariellebrito.com/blog/archives/433#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 03 Dec 2009 16:24:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marielle Brito</dc:creator>
				<category><![CDATA[Família e Sucessões]]></category>
		<category><![CDATA[advocacia divorcio brasilia]]></category>
		<category><![CDATA[advogado de divorcio em Brasília]]></category>
		<category><![CDATA[advogado de divórcio no brasil]]></category>
		<category><![CDATA[advogado de família brasil]]></category>
		<category><![CDATA[advogado de família brasilia]]></category>
		<category><![CDATA[advogado de família DF]]></category>
		<category><![CDATA[advogados de divorcio brasilia]]></category>
		<category><![CDATA[divórcio consensual]]></category>
		<category><![CDATA[divórcio direto]]></category>
		<category><![CDATA[divórcio litigioso]]></category>
		<category><![CDATA[divórcio no Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[escritorio de advocacia bralisia]]></category>
		<category><![CDATA[seu divorcio no brasil]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://mariellebrito.com/blog/?p=433</guid>
		<description><![CDATA[A ação de divórcio litigioso poderá ocorrer quando o casal estiver separado de fato, pelo período mínimo de 2 (dois) anos e não houver nenhum acordo entre as partes. Se houver acordo, a medida processual cabível é o Divórcio Consensual.
Na ação de divórcio direto, ou seja, quando não houve prévia separação judicial do casal, não [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A ação de divórcio litigioso poderá ocorrer quando o casal estiver separado de fato, pelo período mínimo de 2 (dois) anos e não houver nenhum acordo entre as partes. Se houver acordo, a medida processual cabível é o Divórcio Consensual.</p>
<p>Na ação de divórcio direto, ou seja, quando não houve prévia separação judicial do casal, não há necessidade de se discutirem na ação, os motivos que levaram à separação, bastando apenas a existência da separação fática há mais de 2 (dois) anos.</p>
<p><span id="more-433"></span></p>
<p>A base legal para requerer o divórcio, após a separação de fato superior a 2 (dois) anos, encontra fundamento no artigo 40 da Lei 6515/77 e no artigo 1.580, parágrafo 2º, do Código Civil.</p>
<p>O foro competente para ajuizamento da ação segue a norma do artigo 100, I, do Código de Processo Civil, ou seja, o local da propositura da ação é o do domicílio da mulher.</p>
<p>Os documentos necessários na ação de divórcio são:</p>
<p>- certidão de casamento;</p>
<p>- certidão de nascimento dos filhos (se houver);</p>
<p>- pacto antinupcial ( se houver);</p>
<p>- documentos pessoais RG e CPF;</p>
<p>- comprovante de residência;</p>
<p>- escritura e/ou compromisso de compra e venda de possíveis imóveis;</p>
<p>- certidão de propriedade atual dos bens imóveis;</p>
<p>- carnê atual do IPTU dos bens imóveis;</p>
<p>- documento de propriedade dos veículos;</p>
<p>- extrato de contas correntes ou investimento;</p>
<p>- notas fiscais de bens móveis sujeitos a partilha;</p>
<p>- rol de testemunhas (nome, endereço e profissão).</p>
<p>Nesta ação o autor deverá comprovar a separação de fato superior a 2 (dois) anos. De regra, tal prova é feita por meio de oitiva de testemunhas, embora não estejam afastadas outras provas que tenham o mesmo condão.</p>
<p><strong>Caso tenha interesse em propor ação de divócio litigioso ou consensual entre em contato conosco.</strong></p>
<p><strong>Agende um horário pelo e-mail advogada@mariellebrito.com </strong></p>
<p><strong>ou pelos telefones constantes no site.</strong></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://mariellebrito.com/blog/archives/433/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>3</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>
